P.S I LOVE YOU

"Quando eu mais precisei de alguém, você surgiu. Não nos conhecíamos, não sabíamos da existência um do outro e mesmo assim, quando nossos olhos se cruzaram, nossos corações foram invadidos pela afinidade, pela atração, pela física, pelo carinho, senti que naquele momento minha busca pela felicidade havia terminado, enfim te encontrei.

Hoje me vejo vivendo um momento realmente especial, descobrindo que amar vale a pena, e que a vida pode ser verdadeiramente feliz. Quero viver este sentimento bonito, e ter a certeza que fomos feitos um para o outro, porque de tudo que descobri ao seu lado, o que me deixa mais feliz e completa, é o fato de poder compartilhar com você parte do que sou e tudo que sinto. Estamos procurando juntos um caminho para e seguir e podermos acreditar que tudo será maravilhoso. Qualquer que seja a situação, em todos os momentos, estarei ao seu lado." 

Meu amor...



Se eu tivesse que explicar por que é que te amo, todos os cadernos do mundo não teriam páginas suficientes para o tanto que eu teria para dizer, pois tu és tudo pra mim. És a razão da minha paz e da minha felicidade.
O amor é um substantivo abstracto, mas o sentimento que despertas em mim é algo tão real que às vezes tenho a impressão de que toda a beleza do mundo se materializa no meu coração. Fazes com que eu veja tudo de uma maneira mais colorida e optimista, trazes-me o estímulo necessário para enfrentar a vida com alegria e paixão, dás-me a paz e a tranquilidade necessárias para que eu nunca me preocupe diante de qualquer dificuldade.
Gosto de tudo em ti: da tua pele, da tua voz e dos teus cabelos. Gosto dos teus olhos luminosos, dos teus modos gentis mas decididos; desta tua especial intuição, que te leva sempre a fazer exactamente aquilo que eu espero e desejo.
Sabes agradar-me sem fazer esforço, sabes fazer-me feliz sem exigir nada em troca, embora eu me reconheça capaz de fazer tudo por ti.
Se "amor" é um substantivo abstractivo, Amar é um verbo intransitivo e, por isso, eu amo-te porque te amo. É isso!"

Sexualidade cedo demais



Nenhuma geração infantil teve tantos estímulos sensuais quanto essa de hoje. Sejam através de
novelas, comerciais, programas de auditórios, músicas, capas de revistas ou painéis de propagandas,
a sexualidade está no dia a dia de todas as crianças. Enquanto as crianças de antigamente
dividiam o tempo entre a escola e as brincadeiras de boneca, amarelinha, esconde-esconde, as de
hoje ficam quase 5 horas por dia na frente da TV, recebendo e registrando os mais variados apelos.
Para complicar ainda mais, 80% da programação assistida por elas é feita para os adultos.
Tudo isso gera uma maturação sexual antes da época e traz consequências físicas e emocionais.
Se as etapas do desenvolvimento normal são queimadas, a criança passa diretamente à puberdade,
sem condições físicas e emocionais para enfrentar a situação. Ao despertarem mais cedo
sua curiosidade em relação ao sexo, também iniciam sua vida sexual também muito cedo, o que
leva à gravidez precoce, que é outro problema sério.

Vaidade na medida certa


Algumas mulheres podem até dizer que calçaram o salto alto da mãe e se borraram com o batom
dela quando eram crianças. Até aí tudo bem, uma certa dose de vaidade nessa fase é normal
e é também um sinal de uma autoestima positiva. O problema está em passar dos limites. Hoje,
por exemplo, é muito comum em consultórios médicos aparecerem crianças com alergias pelo uso
frequente de maquiagem e esmalte.

As Meninas Estão Virando Moças Cedo Demais


Atenção, pais! Pensem duas vezes antes de aplaudir a filha pequena cantando e requebrando o
corpo ao som de músicas “picantes”. Muito cuidado também em ceder aos caprichos dela, trocando
brinquedos por maquiagem e espelho. As meninas de hoje adoram roupas insinuantes, cabelos
com chapinha, rosto maquiado, salto alto e acessórios de moda (soutien), excesso de maquiagem
e de adereços.
Antes de achar tudo isso uma gracinha, é bom saber que essa sensualização cedo demais não
é nada saudável para o desenvolvimento físico, emocional e intelectual da menina.

Às meninas-bailarinas de Acari* ( anos 60)


Era uma escola antiga. De salas amplas e claras, povoadas de meninos e meninas em tempo de estudos, em tempo de festas... Uma delas, a maior, abrigava imagens das pessoas e o eco das festas sociais, das solenidades, das aulas... Ao fundo, um gracioso palco, um lugar de cultura e encantamento... de sonhos e realidade... Era o lugar para a grandes falas, as danças... o teatro... a poesia... o amor...

De um canto da grande sala, naquela tarde, uma vitrola acionava disco negro de vinil... Voavam sons ao palco, onde a dança acontecia em cenário de jardim... A agulha tocava o disco girando, girando, até as últimas ranhuras... A melodia produzida repetidas vezes nos transportava a ambientes inusitados, antes nunca vistos por nós...

As meninas- bailarinas, na ponta do pé, eram bonecas de louça a espera do gesto, e do som pra dança começar. De início, movimentos eram graciosidade, languidamente: sílfides beijando a flor... abelhas colhendo o mel... borboletas voando à luz do luar... Os braços arqueados subiam e desciam, em graciosos movimentos, tal qual folhas alongadas sacudidas pelo vento em tardes de verão...

Depois, a dança tornava-se rápida, modificava-se: em passos saltitantes, as meninas-bailarinas assemelhavam-se a peões soltos do fio, rodopiando...rodopiando... nas famosas praças da vida... E as meninas-bailarinas iam e vinham em círculos, de mãos dadas, do centro à fímbria, como se estivessem sozinhas no espaço de festas – ora lentas, ora rapidamente, ao compasso da melodia húngara... Então as meninas-bailarinas transfiguravam-se no ambiente de sonhos, como no ballet clássico, no minueto, nos bailes de máscaras, nas valsas e mazurcas dançadas nos castelos medievais...

Ao final, na ponta do pé, em movimentos contrastantes, iam e voltavam do grande círculo ao centro, olhos pro alto, mãos juntas em pétalas: flores coloridas num bouquet... Em seguida, dobravam o corpo em reverência à “grande platéia do teatro”... e, repetiam aquele movimento gracioso e reverente à medida que as palmas multiplicavam-se em ecos no espaço antigo da escola!... Depois, em passos saltitantes e riso nos lábios, sumiam por trás do pano de veludo, linda cortina vermelha tremulante ao vento que soprava da janela ao lado...

À frente do grupo, atenta e feliz, esquecida do tempo, a professora aplaudia a construção artística das meninas-bailarinas naquele ensaio, ao som da melodia húngara!

Não, não foi um sonho... Aquela realidade relevou a escola antiga, e as meninas-bailarinas deixaram marcas de cultura e beleza: ressonância na alma pelos sons imortais da música de Czardas!...

Hoje, ao manusear minha coleção de LPs, escuto os sons incríveis daquela melodia, cuja beleza e significado me transportam àqueles momentos num tempo das meninas-bailarinas...

Sou menina...


" SOU NÃO SENDO"
SOU SOLITARIA..
MAIS NÃO TENHO EXATAMENTE SOLIDÃO.
TODOS ME CONHECEM...
MAIS NÃO CONHECEM MEU CORAÇÃO.
POSSO SER FORTE...
MAIS SO POSSUO FRAQUEZA.
É A UNICA COISA QUE ME CIRCUNDA...
É A IRREMEDIAVEL TRISTEZA.
SOU CARENTE...
MESMO TENDO CARINHO.
NÃO SEI POR QUE,MAIS ME SINTO COMO...
FOLHOTE DE PASSARO ESQUECIDO NO NINHO.
SEI O QUE E CERTO...
MAIS PERSISTO NO ERRADO.
A VERDADE E QUE JÁ ESTOU ACUSTUMADA...
COM O MUNDO AMARGO.
SOU TRISTE...
MAIS SEI FAZER OS QUE ME CERCAM SORRIR.
SO QUE ELES NÃO SABEM TRANSMITIR,ALEGRIA PARA ME.
SOU CORAJOSA...
APESAR DE TER MEDO,QUE DESCUBRAM...
QUE A CORAGEM E O MEU GRANDE SEGREDO.
SOU MUITAS VEZES A DECEPÇÃO ,QUE SEMPRE...
SURPREENDE.
SOU TAMBEM PROFESSORA...
QUE SO ENSINA NUNCA APRENDE.
SOU PARA MUITOS A FELICIDADE...
ESQUANTO VIVO DE SOFRIMENTO.
JÁ INVADI A INTIMIDADE DE MUITOS...
É NÃO CONSEGUIRAM INVADI MEUS SENTIMENTOS.
POR SER O QUE NÃO SOU...
SOU NÃO SENDO.
PORQUE VIVO...
"UMA VIDA QUE NÃO DEVERIA ESTA VIVENDO."
(O pensador, o pensamento de várias meninas, em apenas um texto)